segunda-feira, junho 26, 2006

A bandeira ou a rodilha.

A questão da identidade nacional, dos símbolos nacionais, meus amigos, é para respeitar.
Se é verdade que não gostamos de reacções menos abertas em países de acolhimento, face a manifestações dos nossos emigrantes, não é menos verdade, que não devemos gostar desse tipo de reacções quando em solo pátrio.

É claro que o exemplo do Luxemburgo teve eco na Madeira, só podia.

Mas eu sou definitivamente a favor do respeito pelos símbolos nacionais, não que estes alguma vez tenham contribuído para a minha subsistência, nem sequer para a minha sobrevivência.

Mas entendo que eles são a minha identidade natural, nunca troquei a bandeira nacional Portuguesa, por nenhum trapo, seja de que cor for.

Parece claro e já por aqui o referi, que uma coisa é os símbolos nacionais e outra completamente distinta, a posição esquisita de quem os devia salvaguardar e apenas deles se serve, para alimentar vícios de posição.

O aproveitamento comercial, seja a que titulo for da bandeira nacional, deve ser condenável, condenado e abolido.
Da mesma forma que o deve ser, quem à sua sombra, cria proveitos próprios.

Claro que não tenho nenhuma bandeira dependurada na janela ou varanda, nem sequer ondulando no automóvel que diariamente utilizo.

É óbvio que fiquei satisfeito com o resultado da equipa nacional de futebol ontem obtido, mas isso apenas deve comprovar que os intervenientes nacionais Portugueses cumpriram a sua parte no contrato e que eu enquanto Português me regozijo com o profissionalismo demonstrado.

Daí não resultou, para além da natural satisfação de Português, nenhuma corrida ao supermercado ou ao stand automóvel.

E nem sequer deixo de ser Português por tudo isto.

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2 Comments:

At 1:45 da manhã, Anonymous Planície Heróica said...

Oh, diacho! A criação deste blogue traz água no bico...

Traz, não traz? Han?!

Vamos lá a ver se os rapazes do AEIOU tomam juízo. Às vezes acontece...

Um abraço,
Francisco Nunes

 
At 12:24 da manhã, Anonymous Anónimo said...

Casa nova?! Viva!
Inês

 

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